Andropausa é o termo popular para a Deficiência Androgênica do Envelhecimento Masculino (DAEM), quadro caracterizado pela queda progressiva de testosterona associada à idade, acompanhada de sintomas como fadiga, queda de libido e alterações de humor. Em João Pessoa, o Dr. Lucas Alexandria (CRM 9534 PB, RQE 7537), urologista e andrologista, diferencia a andropausa do envelhecimento natural por meio de avaliação clínica detalhada e dosagem hormonal confirmada em duas amostras, evitando tratamentos indicados apenas com base em sintomas isolados.
O que é a andropausa (DAEM)
A testosterona é o principal hormônio responsável pela libido, energia, massa muscular, disposição e função sexual masculina. Diferente da menopausa feminina, que envolve uma queda hormonal relativamente abrupta, a queda de testosterona no homem é gradual, começando por volta dos 40 anos e progredindo lentamente ao longo das décadas seguintes. Esse ritmo, associado à variação individual da produção hormonal, explica por que nem todo homem desenvolve sintomas relevantes, mesmo com o avanço da idade.
Fatores como obesidade, sedentarismo e distúrbios do sono podem acelerar essa queda, tornando os sintomas mais precoces e intensos em alguns pacientes.
Sintomas da andropausa
Os sintomas mais frequentemente associados à DAEM incluem:
- Queda de libido persistente, sem melhora espontânea.
- Fadiga e cansaço que não melhoram com repouso adequado.
- Redução de massa muscular e aumento de gordura corporal, mesmo sem mudança significativa na dieta.
- Alterações de humor, incluindo irritabilidade e sintomas depressivos.
- Piora da qualidade da ereção.
Esses sintomas também podem ter outras causas, o que reforça a importância da investigação médica antes de associá-los automaticamente à queda hormonal.
Causas e fatores que aceleram a andropausa
Além do envelhecimento natural, alguns fatores podem antecipar ou intensificar os sintomas da andropausa, entre eles a obesidade, o sedentarismo, distúrbios do sono como a apneia, o hipotireoidismo, a depressão não tratada e o uso contínuo de determinados medicamentos que interferem na produção hormonal. Identificar esses fatores é parte essencial da investigação, já que corrigi-los pode, em muitos casos, melhorar o quadro clínico independentemente da reposição hormonal.
Diagnóstico: duas dosagens confirmatórias
O diagnóstico da andropausa não é feito apenas pela presença de sintomas. O Dr. Lucas Alexandria segue um protocolo que exige dosagem laboratorial de testosterona total e livre, preferencialmente em coleta matinal, com confirmação em segunda amostra. Paralelamente, são investigadas causas reversíveis dos sintomas, como apneia do sono, hipotireoidismo, obesidade e uso de medicamentos, e é feita a avaliação de contraindicações, incluindo rastreamento prostático (PSA e exame físico), antes de qualquer indicação de tratamento.
Tratamento e acompanhamento
Quando confirmado o diagnóstico e afastadas as contraindicações, o tratamento pode incluir a Terapia de Reposição Hormonal (TRH), conduzida com protocolo individualizado: escolha da via de administração mais adequada ao perfil do paciente, exames de controle periódicos (hematócrito, PSA e níveis hormonais) e reavaliação clínica regular, com ajuste de dose conforme resposta e efeitos colaterais. Em muitos casos, o tratamento também envolve orientações sobre sono, peso e atividade física, fatores que impactam diretamente os níveis hormonais.
Andropausa e envelhecimento natural: onde está a diferença
Uma dúvida recorrente no consultório é: "isso é só a idade ou é andropausa?" A resposta depende da intensidade e do impacto dos sintomas na vida do paciente, e não apenas da idade cronológica. Cansaço leve ao final do dia, pequenas mudanças de disposição e variações pontuais de humor fazem parte do envelhecimento natural e não indicam, isoladamente, deficiência hormonal relevante.
Já quando a queda de libido é marcante e persistente, quando a perda de massa muscular é perceptível mesmo com atividade física mantida, quando as alterações de humor se tornam frequentes e impactam relacionamentos, ou quando a qualidade da ereção piora de forma consistente ao longo de semanas, esses sinais merecem investigação para verificar se há, de fato, uma deficiência androgênica tratável por trás do quadro.
Investigação clínica aprofundada
Durante a consulta, o Dr. Lucas Alexandria investiga, de forma integrada, histórico clínico completo (doenças prévias, cirurgias e medicações em uso), exames hormonais e laboratoriais específicos, fatores metabólicos (peso, atividade física, diabetes e hipertensão), qualidade do sono (rastreando sinais de apneia do sono, condição frequentemente associada à queda de testosterona), saúde mental (ansiedade, depressão e estresse crônico), uso de medicamentos que possam interferir no eixo hormonal, estilo de vida (tabagismo, consumo de álcool) e o impacto dos sintomas no relacionamento do paciente. Essa avaliação multidimensional é o que permite diferenciar a andropausa clinicamente relevante do envelhecimento comum.
Riscos da automedicação e limitações
Alguns pacientes, ao associar os sintomas à "andropausa", buscam reposição hormonal por conta própria, comprando testosterona sem receita médica. Essa prática pode causar supressão da produção natural do hormônio, infertilidade, policitemia (aumento excessivo de glóbulos vermelhos) e outros efeitos adversos significativos. Além disso, sem investigação prévia, o paciente pode estar mascarando outra condição, como hipotireoidismo ou apneia do sono, que exige tratamento específico e não reposição hormonal.
Quando procurar ajuda
A avaliação é recomendada quando os sintomas de queda de libido, fadiga, perda de massa muscular ou alterações de humor persistem por semanas e impactam a qualidade de vida, especialmente a partir dos 40 anos. Pacientes de João Pessoa e Campina Grande podem agendar consulta com o Dr. Lucas Alexandria para investigar se o quadro corresponde, de fato, à andropausa ou tem outra origem tratável.
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Perguntas Frequentes
Andropausa é a mesma coisa que menopausa masculina?
O termo é usado de forma popular como equivalente masculino da menopausa, mas o processo é diferente. Na mulher, a menopausa envolve uma queda hormonal abrupta em período definido. Na andropausa (DAEM), a queda de testosterona é gradual, ao longo de décadas, e nem todo homem desenvolve sintomas clinicamente relevantes.
Todo homem acima de 40 anos tem andropausa?
Não. A queda progressiva de testosterona a partir dos 40 anos é um processo natural do envelhecimento, mas isso não significa que todo homem desenvolverá sintomas que caracterizem a DAEM. O diagnóstico depende da combinação entre sintomas compatíveis e dosagem hormonal confirmada em exame.
Quais exames confirmam a andropausa?
A dosagem de testosterona total e livre, preferencialmente em coleta matinal, com confirmação em segunda amostra. Também são avaliados fatores que podem explicar os sintomas sem relação direta com a queda hormonal, como apneia do sono, hipotireoidismo e uso de medicamentos.
Andropausa sempre precisa de reposição hormonal?
Não. O tratamento depende do grau de deficiência hormonal, dos sintomas relatados e da ausência de contraindicações. Em muitos casos, corrigir fatores associados, como sono, peso e atividade física, já traz melhora significativa antes de considerar a Terapia de Reposição Hormonal.
Quais sintomas diferenciam a andropausa do envelhecimento comum?
Cansaço leve e mudanças graduais de disposição fazem parte do envelhecimento natural. Já sintomas mais intensos e persistentes, como queda de libido marcante, perda de massa muscular perceptível, alterações de humor significativas e piora consistente da ereção, merecem investigação para diferenciar andropausa de outras causas.
Onde posso fazer a avaliação de andropausa na Paraíba?
O Dr. Lucas Alexandria atende em dois consultórios na Paraíba: João Pessoa, na Avenida dos Expedicionários, 211, e Campina Grande, na Rua Vigário Calixto, nº 1754, Sala 20, Empresarial Atlanta.
Agende sua avaliação de andropausa
O Dr. Lucas Alexandria (CRM 9534 PB, RQE 7537) atende em João Pessoa e Campina Grande, com investigação hormonal completa antes de qualquer indicação de tratamento.
Agendar pelo WhatsAppReferências
- Sociedade Brasileira de Urologia (SBU): Portal da Urologia
- Ministério da Saúde do Brasil: gov.br/saude

